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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Microsoft lança jogo para web que ensina programação



A Microsoft, por meio de sua divisão de pesquisas, lançou nesta quinta-feira, 15 um jogo para navegadores que tem o objetivo de ensinar programação. A premissa do game, chamado Code Hunt, é bastante simples, e requer que o jogador escreva os códigos necessários corretamente para avançar no jogo.

O game introduz o jogador às linguagens Java e C#. Claro que para ser jogo, é necessário haver um propósito maior, um objetivo além de puramente aprender a programar. O tutorial diz:


“Saudações, programa! Você é um aplicativo experimental chamado de CODE HUNTER. Você, junto de outros caçadores de códigos, foi enviado em um computador ultrassecreto para descobrir, restaurar e capturar o maior número de fragmentos de código possível. Seu progresso, junto com o de seus colegas caçadores, será monitorado. Boa sorte” 

Para tentar ensinar a arte da programação, o Code Hunt usa quebra-cabeças. O jogador precisa explorá-los por meio de pistas, e entender o código necessário para “capturá-lo”. A pontuação é oferecida com base na elegância da solução encontrada. 

O game apresenta um código defeituoso e algumas orientações de qual deve ser o resultado daquele programa quando funcionando corretamente. Cabe ao jogador corrigi-lo adequadamente, usando o menor número de linhas, para aumentar a pontuação. Assim, o jogo tenta ensinar programação para solução de problemas.

Se quiser conhecer o jogo, basta clicar aqui. Ele está disponível apenas em inglês, então o conhecimento do idioma é fundamental para que ele atinja o objetivo.

domingo, 12 de outubro de 2014

Max Strzelecki: o programador e gamer que nasceu sem braços

Max Strzelecki nasceu com uma deficiência que, para muitos, pode ser a mais debilitadora possível: ele não possui braços. E enquanto você está aí, chocado com a possibilidade de tamanha limitação, Strzelecki está programando em seu computador. E não um adaptado para suas necessidades especiais, mas um PC qualquer, com mouse e teclado como os que você vê normalmente.
Ficou impressionado? Pois Max não acha nada demais. “Muita gente parece ter essa abordagem quando eles estão pensando sobre isso.”, começou ele. “‘Você é tão legal, você está fazendo isso, eu não conseguiria.’ Você não conseguiria ser capaz de fazer isso porque você não esteve praticando com seus pés por 20 anos”.
“É apenas uma situação com a qual nasci”, disse ele, explicando que tudo é uma questão de esforço e adaptação. “eu meio que aprendi a adaptar isso e usar minhas forças ao máximo. Nunca foi um problema.” Ele ainda continua: “Fora a deficiência, eu sou um cara normal”.
Warlocks, o game atualmente em desenvolvimento por Max e seus amigos

De entusiasta a programador profissional

Strzelecki começou a estudar programação aos 10 anos, com a ajuda de um amigo da família, profissional na área, que o ensinou. Após algum tempo, o jovem continuou aprendendo sozinho e atualmente estuda ciência da computação.
Recentemente, ele recebeu um convite de um amigo para trabalhar em Warlocks, um game originalmente desenvolvido pelo game designer Dushan Chaciej em uma game jam. O título traz batalhas em plataformas com um visual em pixel art, semelhantes à proposta de Risk of Rain. Atualmente, Strzelecki é o único programador da equipe de cinco integrantes que formam a empresa One More Level.
Se você ficou curioso com o game, vale notar que ele está atualmente no Kickstarter e, como a imagem acima mostra, o jogo impressiona em sua execução. No momento em que a matéria é feita, o projeto tem apenas 19 horas para chegar ao fim da arrecadação, faltando pouco menos de 1,5 mil dólares para a meta.

Gamer também

Outra dúvida que deve surgir na mente de muitos é quando à habilidade de Strzelecki para os jogos (ou mesmo se ele é capaz de jogar). Quando questionado sobre isso pelo VentureBeat, ele respondeu apenas ser parte do “PC master-race”.
Segundo ele, Dota 2 é um dos games que ele mais gosta de jogar, mas que também está dando sua chance ao Counter-Strike: Global Offensive atualmente. E novamente: tudo isso com um simples mouse e teclado, sem a necessidade de qualquer aparelho especial.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Apple cria nova linguagem de programação

A Apple fez o público da WWDC feliz ao anunciar uma nova linguagem de programação própria que descomplica sua anterior. Afinal, o evento que a companhia realiza nesta segunda-feira, 2, é voltada a desenvolvedores.

Chamada de Swift, a linguagem entrará no lugar da Objective C, usada pelos desenvolvedores na criação de aplicações para iOS.

Ao falar sobre a novidade, o vice-presidente de engenharia de software Craig Federighi disse que, quando a construía, a Apple pensava no que poderia ser feito "sem a bagagem da [Objective] C". Não à toa, a principal diferença entre as duas linguagens é que a segunda depende de muito menos códigos escritos.

As duas linguagens poderão ser usadas no mesmo aplicativo, segundo o The Next Web, assim os desenvolvedores poderão fazer a atualização aos poucos.

Microsoft lança campanha para incentivar jovens a aprender programação

A Microsoft lança nesta semana no Brasil a campanha #EuPossoProgramar, que tem o objetivo de estimular o aprendizado da linguagem de programação entre jovens de 12 a 25 anos. O curso preparado para incentivar crianças e adolescentes a darem os primeiros passos no universo da tecnologia está disponível no site www.eupossoprogramar.com. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com entidades como Code.org e OIJ (Organização Ibero-Americana da Juventude), entre outras.
Com a campanha #EuPossoProgramar, a Microsoft reafirma seu compromisso para que o aprendizado de programação e a capacitação na área de tecnologia sejam um caminho para milhares de jovens terem acesso a melhores oportunidades no futuro. A iniciativa é parte do YouthSpark, programa global de cidadania da Microsoft com foco na juventude.
De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego entre jovens brasileiros de 16 a 24 anos foi de 13,8% em agosto deste ano ante uma taxa de 5% entre a população geral do conjunto de seis regiões metropolitanas do país. A campanha #EuPossoProgramar ocorre também nos demais países da América Latina, onde 22 milhões de jovens não estudam e nem trabalham, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).
“Um dos principais objetivos da Microsoft é promover a programação como parte fundamental do currículo escolar e a integração da tecnologia ao processo educacional. Por essa razão, incluímos o tema na Agenda Final de Políticas para a Juventude Pós-2015, em um trabalho realizado com a OIJ”, diz Hernán Rincón, presidente da Microsoft para América Latina. "Estamos confiantes de que a linguagem do código em breve será parte do currículo de muitas escolas na América Latina, tornando possível um crescimento ainda maior da região", afirma.
FONTE(S)
IMAGENS

10 maneiras de como se tornar um bom designer

Você provavelmente já viu listas assim antes, mas eis minha visão em maneiras para melhorar suas habilidades e se tornar um bom designer. Acredito que bons designers não apenas fazem bom design, mas são conscientes, rápidos e intuitivos. Embora existem várias maneiras de tornar-se um designer, abaixo têm uma lista de dez coisas eu sinto que são importantes para cada designer.
1. Crie uma biblioteca de referência
É sempre bom ter referências boas e ruins. Sempre que consigo colocar as mãos em algum pedaço de papel, tento guardá-lo. Sejam cartões de visitas ou flyers. Por que é útil? Por um motivo simples: você terá em mãos um rápido manual do que pode ser feito em impressão (e o mais importante, do que não pode ser feito). Com uma biblioteca de flyers, por exemplo, se algum dia você for contratado pra fazer um, você já pode conferir pela sua biblioteca o que já foi feito antes, o que já foi legal, o que já foi feito e quem sabe utilizar essas referências como fonte de inspiração.

2. Faça pesquisas, nem que sejam mínimas

Embora o mercado atual é bem corrido, e logo logo notamos que não há espaço para corrermos atrás de painéis de semântica, pesquisa de mercado, etc. Mas pesquisar algo para um projeto de design é essencial. Muitas vezes, um bom briefing com um cliente pode responder muitas questões que você possa ter em aberto e salvá-lo de fazer pesquisas de campo. Claro que se nem o cliente sabe muito sobre sua empresa, digamos que talvez não seja lá uma boa idéia trabalhar com quem não sabe o que faz. Faça brainstormings ou mind-mappings rápidos, nem que seja num guardanapo. Pesquisas são importantíssimas, mesmo quando o tempo é apertadíssimo.

3. Conheça-te a ti mesmo

Pode parecer uma piração sócrateana, mas isso é importante. Saiba quais são suas limitações de antemão. Se o cliente quer um site inteiro em Flash e você não souber como mexer nesse programa, não espere aprender todo o necessário em dois dias. Diga logo de cara que você não têm o conhecimento para isso. É melhor perder um cliente honestamente, do que aceitar o trabalho e entregar o produto com quatro meses de atraso e com prejuízos ao cliente. Não tenha medo em admitir que não sabe fazer algo, é um processo normal. O mais importante de algo, não dê falsas esperanças ao cliente apenas para deixá-lo pensando “meu Deus, esse designer só me enrolou até agora”.

4. Conheça-te ao teu trabalho

Um designer que não entende o trabalho que lhe foi designado é tão útil quanto um burro-de-carga sem patas: ninguém vai a lugar algum. Você precisa entender o que seu cliente quer e como ele o quer. Se você vai fornecer soluções, você precisa saber as necessidades. E muitas vezes seu cliente não vai lhe dar todas as informações que você poderia ter, por isso a importância de uma pesquisa. Saiba o que você está fazendo e por que você está fazendo, não só pra quem você está fazendo.

5. Conheça-te a quem você faz design

Embora sempre fale-se de cliente isso, cliente aquilo, é necessário entender que o produto final não vai ser para seu cliente, mas para os clientes dele: o público geral. Se seu cliente não gostar de algo que você fez, justifique-se e explique porque você fez desta maneira, e enfatize o público geral. Mas não é só lembrar seu cliente que o design é pro público, é preciso lembrar a si mesmo que é para um público maior. Logo, se o público geral do seu cliente são jovens de 15 a 18 anos, uma linguagem formal demais pode ser inapropriada embora seja apropriada para seu cliente, que pode ter uma idade de 40 a 50 anos. O que seu cliente gosta pode não ser o que os clientes dele gostam.

6. Não tente criar uma obra de arte

Você fornece soluções para seu clienteEssa é difícil para muitos designers. Somos perfeccionistas natos, queremos algo que nós mesmos olhemos e digamos “nossa…esse com certeza vai para meu portfólio”. Mas muitas vezes clientes discordam e precisamos fazer algo que eles achem bom. Lembre-se que você fornece soluções para seu cliente, e seu objetivo não é criar algo para seu portfólio, mas algo para solucionar o problema do seu cliente.

7. Receba opiniões

É importante um designer receber opiniões referentes ao seu trabalho. Para sites e produtos que envolvam interação com um usuário, quem sabe não seja interessante pegar alguém sem muito conhecimento em navegação para internet para testar se seu produto é usável. Pergunte a opinião de outros designers também. Se eles não gostarem, justifique suas escolhas. Se eles repensarem sua opinião, ótimo. Caso contrário, talvez você realmente deva alterar alguma coisa.

8. Dê umas voltas

Especialmente útil quando você tiver um bloqueio mental. Se algo te incomoda, se você está preso entre duas opções ou se você simplesmente não sabe o que fazer, vá dar umas voltas. Saia do escritório ou de sua casa, dê umas voltas pela quadra, observe o mundo ao seu redor. Note as coisas pequenas: a textura do concreto da escada, a tinta escorrendo daquela pixação no muro, etc. Distraia sua mente. Quando você voltar ao trabalho, sua mente estará refrescada e pronto para agir.
Dê umas voltar por aí quando não estiver muito inspirado
Dê umas voltar por aí quando não estiver muito inspirado

9. Desafie-se

Tente se surpreender. Se você têm uma idéia mas que parece arriscada, tente de qualquer maneira. Pode ser que sua idéia seja algo extremamente inovativo nunca tentado antes e você vire milionário. Daí você vai lembrar deste site e vai sentir vontadezinha de doar um pouquinho do dinheiro, né?

10. Ame design

Não existe nada melhor que um profissional que ama seu trabalho. Isso reflete na qualidade dos seus trabalhos e reflete nos seus clientes. Se você entrou nesse ramo odiando cada segundo, honestamente, por que continuar aqui? Um designer não só trabalha com design, mas respira design, vive design. E quando seu cliente ver sua paixão pelo design, ele será contagiado também. E os clientes dele também serão. Amor é contagioso, portanto ame ao máximo. Você só têm a ganhar.

11. (Bônus) Estude design

Afinal de contas, do que adianta ser apaixonado e saber tudo sobre Photoshop, Corel Draw e Illustrator mas não entender nada sobre gestalt, teoria da cor e princípios básicos do design. Existem milhares de cursos aí por fora que ensinam você a ser designer. Não acredite neles! Design não é só mecher em software, design não é só desenhar. Design é encontrar soluções para viabilizar um produto, agregar valor a uma marca e aumentar lucros para seu cliente. Você não aprende isso nestes cursinhos de seis mêses de design. Acredite, apenas boas faculdades ensinam isso.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CRIANDO FORMULARIO DE CONTATO COM HTML5, CSS3 E JAVASCRIPT

O projeto consiste em criar um formulário utilizando a linguagem de marcação HTML5 para a definição dos elementos, junto com o CSS3 para estilizar a página e com o Javascript que é uma linguagem de programação utilizada para validação no lado do cliente. Não será utilizada nenhuma linguagem que seja processada no lado do servidor, no entanto ao terminar este formulário seria interessante que pudessem realizar algumas melhorias, como conexão com o banco de dados, validações mais complexas e etc...

O formulário será bem simples, pois o foco do projeto não é em desenvolver um form com o nível de segurança e confiabilidade alto,ao invés disso será abordado como criar o layout utilizando os recursos do HTML5 e CSS3.

Não é preciso conhecimentos avançados nessas tecnologias e nem mesmo das suas versões anteriores(HTML4,CSS2), pois alem do projeto ser de baixa complexidade, o mesmo será descrito passo a passo.

O projeto será composto por um formulário com apenas quatro campos, a definição se encontra na tabela a seguir:

CampoDescriçãoTAG’S
NomeCampo que representa o nome da pessoa que está submetendo o formulário.<input type=”text”></input>
FoneCampo que descreve o número do telefone da pessoa que está submetendo o formulário<input type=”text”></input>
EmailCampo que descreve o e-mail da pessoa que está submetendo o formulário<input type=”email”></input>
ObservaçãoCampo que descreve a observação apresentada pela pessoa que está submetendo o formulário<textarea></textarea>
Botão(Enviar)Envia os dados do formulário<input type=”Button”></input>
Tabela 1:Estrutura dos elementos do formulário

A tabela acima nos da uma visão macro do que o projeto vai contemplar, é claro que cada campo possuirá uma série de atributos como: name,placeholder,id e etc...

HTML5(HyperText Markup Language 5)



O HTML5 neste projeto sera apresentado apenas como o validador dos campos, para verificar se nenhuma informação desnecessária está sendo enviada ao servidor, é claro que existem vários meios de se implementar validações, o artigo apenas ira mostrar como fazer algumas delas utilizando as novas características do HTML5.

A página HTML a ser apresentada contém a maioria dos elementos das versões anteriores, mas isto não impede que se utilize as novas tag’s, afinal de contas a grande diferença estará no momento em que for utilizar o CSS, que é o responsável por deixar a aparência do seu sistema,site,formulário atraente.

Alguns recursos do HTML5 e CSS3 não são totalmente compatíveis em todos os browsers, isso depende da funcionalidade a ser implementada, é uma boa prática comparar e analisar a necessidade de se implementar tal recurso, pois não é interessante que a página se apresente diferente em vários browsers.

OBSERVAÇÃO: HTML5 é uma linguagem de marcação poderosa, capaz de utilizar vários recursos que anteriormente eram realizados apenas por linguagens de programação.São vários os exemplos que demonstram o destaque dessa linguagem, por exemplo: campos obrigatórios,drag and drop, explicar o significado de um campo para o usuário(placeholders), acesso a banco de dados, aplicações offline entre outras...

Listagem 1: Estrutura Básica HTML

<!DOCTYPE html>
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
</head>
<title>Minha página em HTML</title> <body>
</body>
</html>
Veja como a estrutura do HTML é simples e autoexplicativa. Todo o conteúdo deve estar entre as tags <html> </html>.

CSS3(Cascading Style Sheets)



CSS3 terá um papel fundamental no desenvolvimento do projeto, será a partir deste que o layout da aplicação ira ser desenvolvido. É possível utilizar estilos em elementos de forma individual, para isso usaríamos um atributo Style,mas isso não é uma boa prática e se a página for extensa, pode ser que fique complexo dar manutenção no código.
Se a página HTML ja está criada é possível através do CSS fazer relacionamentos, isso já era possível nas versões anteriores.No entanto esta nova versão nos disponibiliza uma flexibilidade maior ao combinar um elemento da página html a um seletor do arquivo css.
Além de novos seletores o CSS3 nos da um maior suporte quando o assunto é animações e desta vez sem precisar de um código javascript ou flash. Alguns dos recursos são: text-shadow,box-shadow,Media queries, Animations e etc...

OBSERVAÇÃO: Existe duas formas de realizar a integração do CSS com página HTML, neste projeto será criado um arquivo separado apenas para tratar de CSS, caso alguma mudança no layout do formulário é neste arquivo que a alteração deve ocorrer. Para adicionar o CSS na mesma página HTML, insira dentro das tag’s <head> </head>, a tag <script type=”text/css”> </script>

Listagem 2: Estrutura Básica CSS

body {
background-color: red;
} section {
font-family: sans-serif,Tahoma,Verdana;
} article { float: left;
}
A listagem acima demonstra como atribuir um elemento de uma página HTML através do arquivo CSS. Observe que isso é apenas uma forma de identificar o elemento, o CSS3 nos traz uma grande variedade de seletores que facilita a manutenção do layout na página.

Javascript(Client-side)



Javascript é principal linguagem de programação de scripts para web que atua no lado do cliente, realizando procedimentos antes que o conteúdo seja enviado para o servidor.
Todos os browsers mais modernos suportam o Javascript, ou seja a linguagem se integra perfeitamente com a página HTML, do contrário o site seria estático sem nenhum dinamismo.

No projeto será apresentado apenas como referenciar um elemento HTML com uma função Javascript, que da mesma forma do CSS será criado um arquivo separado, mas é possível também codificar na própria página.

Listagem 3: Estrutura Básica Javascript
MinhaPrimeiraFuncao("Javascript is so easy to learn");
function MinhaPrimeiraFuncao(msg){
}
alert("A mensagem enviada foi: "+msg);
OBSERVAÇÃO: Perceba que o Javascript, possui tipagem fraca, ou seja não se declara tipos de dados, as variáveis são dinamicas. Logo acima foi criado uma função e uma chamada ao método que irá enviar uma mensagem a partir do objeto que foi passado.
Para adicionar o Javascript na mesma página HTML, insira dentro das tag’s <head> </head>, a tag <script type=”text/javascript”> </script>

Transformando a teoria em prática



Após uma breve análise do que vem a ser cada tecnologia e qual o seu papel no projeto, será criado um exemplo prático afim de mostrar como é fácil a integração do HTML,CSS e Javascript.

O primeiro passo é criar a página HTML, ou seja não nos preocuparemos com um layout bonito ou com eventos na aplicação por enquanto, apenas com os elementos necessários para a criação do formulário.

Ao concluir a criação do documento HTML, já é possível fazer com que o browser renderize o conteúdo da página,é claro que ela ainda não possuirá a aparência desejada, ainda faltam mais alguns ingredientes.

Crie uma página HTML de nome ContatoForm.html e insira o código da listagem abaixo. Observe que as referências para arquivos javascript e css comentadas, isso quer dizer que apenas o HTML puro será gerado no browser.

Listagem 4: ContatoForm.html
<!DOCTYPE html>
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
<meta charset="utf-8" />
<title>--Formulário Contato--</title>
<!-- <link href="ContatoEstilo.css" rel="stylesheet" media="all" />
<script src="JavaScript1.js"></script>--> </head> <body> <form name="meu_form">
<input type="text" id="nomeid" placeholder="Tiago Vale" required="required" name="nome" />
<h1>Entre em contato</h1> <p class="nome"> <label for="nome">Nome</label> </p>
<label for="fone">Fone</label>
<p class="fone"> <input type="text" id="foneid" placeholder="(xx)xx-xx-xx-xx" name="fone" /> </p> <p>
</p>
<input type="email" id="emailid" placeholder="fulano@mail.com" name="email" /> <label for="email">Email</label> <p> <textarea placeholder="Deixe sua opnião"></textarea> </p>
<p class="submit"> <input type="submit" onclick="Enviar();" value="Enviar" /> </p> </form> </body>
</html>
A listagem acima mostra o HTML final do projeto, no documento perceba que os elementos utilizados em sua grande maioria não é do HTML5 como: parágrafos,labels,form. No entanto alguns dos elementos utilizam os recursos do HTML5, como placeholders,required(Campos obrigatórios) e o atributo “type” com o valor igual “email”.

Não foi criado em nenhum momento um método para validar se o email está correto, no entanto o HTML5 já faz isso, como também não existe rotina para verificar campos obrigatórios não informados, tudo isso está definido no documento HTML, até agora nada de Javascript foi utilizado.

OBSERVAÇÕES:
  • Sinta-se livre para utilizar qualquer editor de texto, neste exemplo foi usado a IDE Visual Studio 2012.
  • A tag <textarea> da uma flexibilidade maior para o usuário escrever uma mensagem, o mesmo pode redimensionar o seu tamanho.



HTML sem CSS
Figura 1: HTML sem CSS.

O HTML está pronto, agora precisamos deixar este formulário com uma aparência única, para isso utilizaremos CSS.

Retire o comentário das linhas entre as tag’s e crie um arquivo com o nome ContatoEstilo.css. Insira o código da listagem abaixo no arquivo .css.

Listagem 4: ContatoEstilo.css
body {
padding: 0;
margin: 0;
font-family: Verdana,Tahoma,sans-serif;
} form {
font-size: 15px;
background-color: #CC3300;
margin-bottom: 20px;
max-width: 500px; } h1 { margin-left: 20px;
text-shadow: 5px 5px 5px black;
color: #66FFFF; } input, textarea { width: 200px;
-webkit-border-radius: 5px;
padding: 10px; color: black; margin-left: 20px;
input:hover, textarea:hover, input:focus, textarea:focus {
-moz-border-radius: 5px; border: 1px solid; } border-color: #000066;
color: black;
box-shadow: 5px 0px 9px #FFFF00; background-color: #66FFFF; font-weight: bold; } .submit input {
-webkit-border-radius: 5px;
background-color: #66FFFF; height: 40px; width: 100px; font-weight: bold; border-radius: 5px; -moz-border-radius: 5px;
margin-left: 20px;
border: 1px solid; color: black; } textarea { width: 400px; height: 120px; line-height: 20px; max-width: 400px; } form label {
color: #FFFFFF; font-weight: bold;
}
Finalmente o layout da página está pronto, como foi mencionado anteriormente o CSS é o responsável por dar uma boa aparência ao nosso formulário, com isso o layout da aplicação está finalizado.

Alguns recursos do CSS3 estão sendo utilizados no projeto, como o border-radius,box-shadow,text-shadow.

Quando o cursor do mouse passar pelos controles inputs/textarea ou focus nestes, será aplicado estilos nessas tag’s.

Observe a relação de parentesco entre os elementos mais externos pros mais internos. Por exemplo essa especificação:”form label {margin-left:20px;}”, quer dizer que todas as labels que estão dentro da tag <form></form>, irão ser referenciadas.

 HTML com CSS
Figura 2: HTML com CSS.

Adicionando Javascript



Por fim vamos criar um arquivo .js de nome JavaScript1.js e referencia-lo ao nosso projeto. Esse arquivo conterá apenas umas função, que será responsável por lançar um aviso ao usuário final. Lembrando que a função é chamada no evento onclick(Quando o usuário clicar no botão “Enviar”) e que está descrita no HTML do formulário.

Listagem 5: JavaScript1.js
function Enviar() {
var nome = document.getElementById("nomeid");
if (nome.value != "") {
alert('Obrigado sr(a) ' + nome.value + ' os seus dados foram encaminhados com sucesso');
}
}
A criação do formulário foi concluída com sucesso, execute o projeto no browser e teste as funcionalidades.

 HTML + CSS + JAVASCRIPT.
Figura 3: HTML + CSS + JAVASCRIPT.